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Por que iniciamos o movimento como uma egrégora feminina?

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Por que iniciamos o movimento como uma egrégora feminina?

“Acreditamos nos bons sonhos das pessoas”

A mulher sempre foi um ser livre – assim como nossas ancestrais mantinham a natureza selvagem. Temos a capacidade de estarmos conectadas com os ciclos lunares – é uma referência de sabedoria, silêncio, observação, conexão com os ciclos naturais. Mulheres de uma mesma comunidade, de uma mesma família, que moram juntas na mesma casa, sincronizam seu ciclo hormonal, ou seja, sangram juntas. O sangrar pode ser uma analogia para realizar um propósito de liberdade.  

Na década de 60 o projeto inspirado em culturas ancestrais africanas foi sistematizado para atender mulheres vítimas de violência doméstica, estimulando que buscassem por autonomia financeira, além de recuperar a autoestima e consequentemente romper o ciclo de abuso. Estamos aqui para resgatar a natureza feminina e o aprendizado de viver sintonizados ao tempo lunar, honrando assim ciclos naturais da existência. 

Vivemos em uma estrutura socioeconômica patriarcal, onde impera a competitividade e a disputa pelo poder. A proposta do movimento é resgatar a relação harmônica entre  feminino e o masculino, superando o atual paradigma em direção a uma sociedade mais justa, que coopera e que resgata os valores femininos essenciais como acolhimento, amorosidade, receptividade e sensibilidade. A mulher é um ser abundante, seu sangue é abundante e fértil, exaltando a feminilidade natural e intuitiva. 

 

A mulher sempre foi um ser livre – assim como nossas ancestrais mantinham a natureza selvagem. Temos a capacidade de estarmos conectadas com os ciclos lunares – é uma referência de sabedoria, silêncio, observação, conexão com os ciclos naturais. Mulheres de uma mesma comunidade, de uma mesma família, que moram juntas na mesma casa, sincronizam seu ciclo hormonal, ou seja, sangram juntas. O sangrar pode ser uma analogia para realizar um propósito de liberdade.  

Na década de 60 o projeto inspirado em culturas ancestrais africanas foi sistematizado para atender mulheres vítimas de violência doméstica, estimulando que buscassem por autonomia financeira, além de recuperar a autoestima e consequentemente romper o ciclo de abuso. Estamos aqui para resgatar a natureza feminina e o aprendizado de viver sintonizados ao tempo lunar, honrando assim ciclos naturais da existência. 

Vivemos em uma estrutura socioeconômica patriarcal, onde impera a competitividade e a disputa pelo poder. A proposta do movimento é resgatar a relação harmônica entre  feminino e o masculino, superando o atual paradigma em direção a uma sociedade mais justa, que coopera e que resgata os valores femininos essenciais como acolhimento, amorosidade, receptividade e sensibilidade. A mulher é um ser abundante, seu sangue é abundante e fértil, exaltando a feminilidade natural e intuitiva.